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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Coisa de Homem SIM em Gente: Uma questão de EQUILÍBRIO E VERDADE. (revendo minha escrita de janeiro de 2013)




Andando pela rua, observo tudo por onde passo, mas meu foco é sempre voltado ao Ser Humano.
   Não consigo taxar pessoas: Esses são ricos. Aqueles  são pobres. Aquele ali tem educação. 
As caladas é que são educadas. As mulheres que olham pro chão são recatadas. Aquele homem é correto e aquele outro errado.
Ou ainda: Aquela mulher é sem vergonha.
   Não consigo olhar gente massificando... rotulando... quando vejo gente,  percebo um universo de sensações e de emoções. Consigo ver o 'belo' no corpo de uma mulher. Bem como a desesperança no olhar de outra. Percebo  em alguns homens a busca por algo que deixaram de ter por motivos reais e únicos. Percebo crianças com sede de liberdade física . Vejo jovens que ainda não encontraram sua identidade além do um RG.
  Outro dia vendo um vídeo do Alexandre Nero consegui ver ali muito do penso sobre pessoas. 
Não no tangente a amor ou sexo, mas sim no que diz respeito a 'GENTE'.
   A sociedade criou rótulos e olham uns para os outros com desconfiança e descredito absurdo.
   Como descrer de quem não conheço e nem troquei uma palavra sequer? Como tirar conclusão sobre situações que eu não vivi e muito menos vivo? Como saber a temperatura de relações familiares que não são as minhas?
   Penso ter a possibilidade de encontrar pelo caminho durante minha jornada páginas em branco pra mim, e que poderei preencher de cores quentes ou frias e neutras  ou ainda posso ter a  paleta da vida misturar e misturar, criando infinitas novas nunces que irão refletir no espelho da vida por onde passarmos. Não somente eu, mas cada ser humano tem essa possibilidade linda e individual.
   Na verdade não importa se Somos Criança, Adolescentes, Jovens ou Adultos.
Se de uma raça ou de outra, se HOMENS OU MULHERES,
Somos na verdade TODOS APENAS GENTE e para visualizarmos essa realidade é preciso EQUILÍBRIO E VERDADE CONOSCO E COM OS OUTROS.
Catiaho Alc.
Texto publicado em 23 de janeiro de  2013